Pensamentos povoam a mente de uma forma um tanto diferente, curioso como às coisas surgem de uma hora outra, e você se pergunta, como vim parar aqui? Não, na verdade nem é a busca da resposta que me move a escrever hoje, mas sim, o sentimento de continuidade que me cerca como foi bom reencontrar aquilo que estava adormecido, e reencontrei hoje meu amor próprio, muito graças a algo que não convém revelar, como é bom um dia após o outro, e sentir mais uma vez, que você é capaz de bem mais coisas, que pode acordar que pode mover o lápis, que pode forçar a língua a falar palavras que nem precisam ser bonitas, apenas que agradem de ambas as partes, palavras do coração são lindas, atingem a alma, mas se faltarem certas palavras a vida não flui divertidamente, pois quando se sente muito o coração você acaba por sofrer pela falta, é preciso mais que isso, a carpe diem, hacuna matata, palavras que podem definir o meu estado de espírito.
A Palavra
A palavra que fala
A palavra que fere
A palavra cala
A palavra que impede
A palavra que deseja ouvir
A palavra que arrepia a pele
A palavra que se faz sentir
A palavra que me pede
A palavra que te faz suspirar
A palavra que te faz sorrir
A palavra que vai te calar
E a mesma que vai te engolir
A palavra que vai esperar
Todo dia ao dormir
A palavra que vou falar
É aquilo que você quer ouvir
Mário Filgueira
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